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A lancheira da adolescência: o que costumamos sugerir

  • crescercomsabor
  • 17 de mar. de 2026
  • 3 min de leitura

Preparar a lancheira de uma criança de seis anos e a de um adolescente de catorze são dois problemas diferentes. No segundo caso, quem decide o que é comido — e o que é trocado, ou deitado fora — já não é quem prepara.

Lancheira aberta sobre uma mesa, com sanduíche, tomate-cereja, frutos vermelhos e uma garrafa de água ao lado.

Decidir em conjunto, na noite anterior

A mudança mais útil costuma ser esta: em vez de preparar a lancheira sozinho, perguntar. Uma escolha entre duas ou três opções é suficiente e evita a maior parte das trocas no recreio. E se o adolescente puder preparar a sua própria lancheira, melhor ainda.

Uma estrutura simples

  • Uma base que sacie — pão escuro, tostas, uma wrap, sobras do jantar.

  • Algo com proteína — queijo, ovo, atum, frango, iogurte.

  • Fruta ou legumes cortados, prontos a comer sem descascar nada.

  • Água, numa garrafa que se leve todos os dias.

  • De vez em quando, algo de que se goste muito e que não precise de justificação nenhuma.

As quantidades mudam, e é esperado

É muito comum a fome aumentar bastante nesta fase, e depois variar de semana para semana. Uma lancheira que chegava em setembro pode deixar de chegar em janeiro. Ajustar a quantidade é mais útil do que questionar o apetite.

Sobre o que se come fora

Um adolescente come em casa, na escola, em casa de amigos e na rua. Não vale a pena tentar controlar tudo — vale a pena que em casa haja refeições previsíveis, com hortícolas e sem comentários sobre o corpo de ninguém. É a parte que está mesmo nas nossas mãos.

Se a dúvida for sobre a sua família em concreto, fale connosco — as consultas podem ser presenciais, em Ponta Delgada, ou online.

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